Falsa central do banco
Alguém liga ou manda SMS “do banco” dizendo que sua conta foi invadida e pede para transferir o dinheiro para uma “conta segura”.
Sinal de alerta: banco nenhum pede Pix para proteger sua conta.
Veja o que fazer agora, passo a passo, e conte com orientação jurídica para analisar se o banco deve responder pelo prejuízo. Atendimento em Belo Horizonte e online para todo o Brasil.
Marque cada passo conforme for concluindo. No final, você pode enviar esse resumo direto para a nossa equipe, e o atendimento já começa sabendo onde você está.
Desde 1º de outubro de 2025, todos os bancos são obrigados a oferecer no aplicativo o botão de contestação do Pix, ligado ao MED (Mecanismo Especial de Devolução). O banco de quem recebeu o dinheiro é avisado e deve bloquear o saldo que ainda estiver na conta. Anote o número do protocolo.
Em Minas Gerais, dá para fazer pela Delegacia Virtual, sem sair de casa. Descreva tudo: datas, horários, valores, chaves Pix, nomes e telefones usados pelo golpista.
Não apague nada, mesmo que o golpista bloqueie você.
Troque senhas, ative a verificação em duas etapas no WhatsApp e no e-mail e avise o banco para bloquear acessos suspeitos.
Os bancos analisam a contestação e, se o golpe for confirmado e houver saldo na conta de destino, fazem a devolução. Se o banco negar ou devolver só uma parte, guarde a resposta.
Um advogado avalia as provas, o histórico da conta e as respostas do banco para indicar o caminho adequado, administrativo ou judicial.
Saber como o golpe aconteceu ajuda a escolher a opção certa na contestação e a montar as provas.
Alguém liga ou manda SMS “do banco” dizendo que sua conta foi invadida e pede para transferir o dinheiro para uma “conta segura”.
Sinal de alerta: banco nenhum pede Pix para proteger sua conta.
Mensagem de um “número novo” de um filho, amigo ou chefe pedindo um Pix urgente para pagar uma conta.
Sinal de alerta: urgência e pedido para não ligar.
Cobrança adulterada, com o mesmo valor, mas com o dinheiro indo para outra pessoa.
Sinal de alerta: o nome do recebedor não bate com quem cobra.
Anúncio com preço muito abaixo do mercado ou comprador que manda um comprovante falso de pagamento.
Sinal de alerta: pressa e pagamento só por Pix, fora da plataforma.
Promessa de retorno alto e rápido, às vezes com “prints de lucro” e grupos com depoimentos falsos.
Sinal de alerta: ganho garantido e pedido para “reinvestir” antes de sacar.
Transferências feitas sem a sua autorização, depois de roubo do aparelho ou de acesso indevido às senhas.
Sinal de alerta: Pix seguidos, em valores fora do seu padrão.
A resposta depende de cada caso. A Justiça tem um ponto de partida claro:
“As instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias.”SÚMULA 479 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (STJ)
Na prática, os tribunais avaliam se houve falha na segurança do banco. Por isso a análise é feita com os documentos em mãos: comprovantes, conversas, protocolos e o histórico da conta.
Quando a transferência é feita por vontade própria e sem nenhuma falha do banco, a responsabilização pode ser mais difícil. Por isso cada caso precisa ser analisado individualmente.
A área de Direito Bancário do SGF Advogados é conduzida pelo Dr. Bernardo Gonçalves da Fonseca, pós-graduado em Direito Bancário, e pelo Dr. Guilherme Henrique Barbosa de Souza, que atua em fraudes bancárias — golpes via Pix, boleto, TED e transferências no caixa — com foco na restituição dos valores pela instituição financeira.
Pelo WhatsApp, você conta brevemente o que aconteceu e agendamos o atendimento.
Reunião presencial ou por vídeo para entender o golpe e revisar comprovantes, conversas e protocolos.
Você recebe a orientação sobre o caminho mais adequado, administrativo ou judicial, e acompanha cada etapa.
Não. A contestação pelo botão do MED é feita por você mesmo, no app do banco, e deve ser feita o quanto antes. A orientação jurídica faz diferença quando o banco nega a devolução, quando o valor é alto, quando houve várias transações em sequência ou quando há sinais de falha de segurança.
Até 80 dias, contados da data da transação. Mas o tempo conta a seu favor: nas primeiras horas é maior a chance de o dinheiro ainda estar na conta de destino.
Não. O MED foi criado para casos de fraude, golpe ou coação. Arrependimento de compra, desacordo comercial ou Pix enviado para a pessoa errada seguem outros caminhos.
Pode, dependendo das circunstâncias. A Súmula 479 do STJ prevê a responsabilidade das instituições financeiras por fraudes de terceiros em operações bancárias, e os tribunais avaliam se houve falha de segurança. Cada caso precisa ser analisado com os documentos.
Sim. O atendimento é presencial no escritório, no Barro Preto, em BH, e online, por videochamada, para todo o Brasil.
Envie uma mensagem com a data do Pix, o valor e como o golpe aconteceu. Tudo é tratado com sigilo profissional.
Segunda a sexta, das 8h às 18h · Rua Juiz de Fora, 541, sala 801 — Barro Preto, Belo Horizonte/MG